Relato de Aplicação de Aula - Experimentos
Relato de Aplicação de Aula - Experimentos
As atividades relatadas são parte do cronograma do Pibid para elaboração de experimentos/protótipos nas aulas a fim de incentivar os alunos ao pensamento científico bem como à possibilidade de apresentar um projeto de ciências no III Salão de Ensino do Câmpus Vacaria, que acontecerá no início de outubro.
No primeiro dia (19/08), foi feita uma revisão com os alunos acerca dos reinos Fungi e Monera, para que pudessem relembrar os conceitos já aprendidos e também como forma de medir até que ponto do conteúdo eles haviam ido. A turma participou ativamente da atividade, auxiliando na criação de um mapa mental que elencasse, além de características específicas de cada grupo, semelhanças e diferenças entre eles.
Após copiarem o mapa em seus cadernos, os alunos foram apresentados à um meio de cultura simples, feito com gelatina, caldo de carne e açúcar. O objetivo da prática era permitir que os estudantes pudessem observar o crescimento/proliferação de fungos e bactérias. Para isso, todos receberam um copinho de plástico com o meio de cultura e um cotonete, que poderia ser contaminado a partir de qualquer superfície da sala ou até mesmo do corpo.
Na semana seguinte (27/08), os estudantes receberam suas amostras contaminadas e puderam observar as colônias que apareceram, bem como levantar diferentes hipóteses sobre condições de proliferação e também ideias para outros experimentos. Neste mesmo período, foi proposta uma nova experiência, desta vez apenas com leveduras. Aqui, foram formados três grupos, onde cada um recebeu uma garrafa pet com água morna, fermento biológico (Saccharomyces cerevisiae) e um balão. Os estudantes deveriam então adicionar um “reagente”, sendo eles açúcar, sal ou farinha de mandioca; e observar o que aconteceria dentro da garrafa e com a bexiga usada para “fechá-las”.
A experiência teve por finalidade permitir que os alunos acompanhassem o processo de fermentação alcoólica e pudessem elaborar hipóteses acerca do fato de que a única bexiga que encheu foi aquela contendo açúcar. Ao final da aula, foi explicado que o processo só ocorreu porque a degradação da glicose libera gás carbônico e os outros ingredientes não possibilitaram um ambiente ótimo para fermentação da levedura.
Já na última semana (02/09), os estudantes tiveram a tarefa de trazer para a aula ideias de novos experimentos para o projeto, tendo a maioria da turma levado experiências feitas em casa, o que foi surpreendente e gratificante.
Para a síntese do conhecimento, foi pedido aos alunos que fizessem uma redação em forma de relatório de aula prática, onde deveria constar introdução com objetivos, descrição da metodologia das duas experiências e conclusão baseada na confirmação ou não das hipóteses levantadas por eles. Os alunos que não haviam participado de todas as etapas, tiveram mais dificuldade em escrever, mas todos entregaram.
De forma geral, os resultados obtidos foram bastante satisfatórios e os experimentos, apesar de simples, conseguiram engajar os alunos e cumprir a proposta inicial de utilizá-los como ferramenta de ensino.
No primeiro dia (19/08), foi feita uma revisão com os alunos acerca dos reinos Fungi e Monera, para que pudessem relembrar os conceitos já aprendidos e também como forma de medir até que ponto do conteúdo eles haviam ido. A turma participou ativamente da atividade, auxiliando na criação de um mapa mental que elencasse, além de características específicas de cada grupo, semelhanças e diferenças entre eles.
Após copiarem o mapa em seus cadernos, os alunos foram apresentados à um meio de cultura simples, feito com gelatina, caldo de carne e açúcar. O objetivo da prática era permitir que os estudantes pudessem observar o crescimento/proliferação de fungos e bactérias. Para isso, todos receberam um copinho de plástico com o meio de cultura e um cotonete, que poderia ser contaminado a partir de qualquer superfície da sala ou até mesmo do corpo.
Na semana seguinte (27/08), os estudantes receberam suas amostras contaminadas e puderam observar as colônias que apareceram, bem como levantar diferentes hipóteses sobre condições de proliferação e também ideias para outros experimentos. Neste mesmo período, foi proposta uma nova experiência, desta vez apenas com leveduras. Aqui, foram formados três grupos, onde cada um recebeu uma garrafa pet com água morna, fermento biológico (Saccharomyces cerevisiae) e um balão. Os estudantes deveriam então adicionar um “reagente”, sendo eles açúcar, sal ou farinha de mandioca; e observar o que aconteceria dentro da garrafa e com a bexiga usada para “fechá-las”.
A experiência teve por finalidade permitir que os alunos acompanhassem o processo de fermentação alcoólica e pudessem elaborar hipóteses acerca do fato de que a única bexiga que encheu foi aquela contendo açúcar. Ao final da aula, foi explicado que o processo só ocorreu porque a degradação da glicose libera gás carbônico e os outros ingredientes não possibilitaram um ambiente ótimo para fermentação da levedura.
Já na última semana (02/09), os estudantes tiveram a tarefa de trazer para a aula ideias de novos experimentos para o projeto, tendo a maioria da turma levado experiências feitas em casa, o que foi surpreendente e gratificante.
Para a síntese do conhecimento, foi pedido aos alunos que fizessem uma redação em forma de relatório de aula prática, onde deveria constar introdução com objetivos, descrição da metodologia das duas experiências e conclusão baseada na confirmação ou não das hipóteses levantadas por eles. Os alunos que não haviam participado de todas as etapas, tiveram mais dificuldade em escrever, mas todos entregaram.
De forma geral, os resultados obtidos foram bastante satisfatórios e os experimentos, apesar de simples, conseguiram engajar os alunos e cumprir a proposta inicial de utilizá-los como ferramenta de ensino.






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